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Dá uma olhada?

Lledritch Do'Urden e Orgoth Come-verme

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  A noite caía enquanto a Stargazer atravessava a zona selvagem de Mizo. Em seu quarto, Orgoth se sentava, descansando uma de suas mãos sobre a cabeça de Brox enquanto olhava para uma Asuka desmaiada que florescia  flores de Higanbana. Como uma criança curiosa, ele observava, estranhamente entretido ao assistir um processo tão lento, ainda que tão mágico. Era uma distração para ele, seu único entretenimento dentro da embarcação, especialmente durante a navegação.  Orgoth Come-Verme || Orc Lobo de Ferro || Bárbaro Subitamente, contudo, algo o chamaria a atenção. Da porta de madeira, uma entidade adentra, dando longos e elegantes passos com seus pés estranhos e afiados. A figura esguia, de pele dura e perolada rapidamente captava a atenção do orc, que virava a cabeça tentando reconhecê-la. Seu rosto lembrava o de Oldrinn, mas ela era alta e fina, encoberta com uma estranha capa natural e, conforme suspirava e se sentava na cama que sobrava exala um aroma único. Lledritch D...

Alice von Teiassombra & Reinadriel Vermelhalvorada

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     Era um dia comum, uma tarde banal em Ventobravo, Alice se sentava à mesa de seu escritório, revisando e copiando textos da Chama Mãe quando a campainha toca. Não era comum para ela esperar visitas, em especial naquela tarde, afinal, quando estava na cidade, costumava estar em busca de um pouco de solitude.       Por algum motivo, seus passos eram largos e a maçaneta girava ligeira, mas quando a porta de madeira se abre e a luz do fim de tarde banha sua visitante, a sacerdotisa sente suas pernas ficarem bambas. “Blém Blém”, tocava o sino da catedral, em sintonia com seus olhos de cristal que brilhavam e sua mão que falhava, soltando a pena que carregava. A visitante parecia ter sido carregada pelos ventos, chegando com o farfalhar das árvores pela praça, em uma brisa suave que erguia os cabelos negros da fiel em choque. O tempo se perdia, enquanto seus olhos tentavam processar o impossível.       -V-você… não pode ser verdade...

Lledritch Do'Urden

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MEMENTO DOS HORRORES Ah, o Horror Pálido! Sim… acho que a minha primeira influência para imaginá-los veio de quando eu ainda era uma pequena bruxinha. Meu pai nos levou ao Circo dos Horrores, onde um famoso grupo de artistas itinerantes que cuidam de abominações tenebrosas se apresentaria. Lembro-me de ficar fascinada com o tamanho da imensa tenda de seda de aranha negra, e a enorme caravana guiada por bestas deformadas com carapaças e patas de inseto, eles tinham carne de molusco e couro de crocodilo também. "Armagedilo, as imensas criaturas que carregavam as caravanas do Circo dos Horrores." Yihdra, Seraniel, euzinha e o pequeno A'azok, sentamos lado a lado naquele dia. No entanto, as bestas condutoras eram apenas uma demonstração do que estava por vir: Esqueletos dançantes, carniçais cantores de uma ópera gutural, além dos ilusionistas e contorcionistas apresentando-se no picadeiro onde as mais fascinantes criaturas do submundo, tentavam abocanhar os equilibri...

Arnis Mordrain

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  Preto. Preto profundo, até onde os olhos podem ver há escuridão, e, de alguma forma, muito além. Do silêncio sem fim, o tilintar de uma pesada armadura ressoa em crescendo.  Ofegante e afoita, Arnis corria em direção a uma rústica espada órquica fincada no chão e abandonada nas trevas. Formas sombrias desenham-se e se aproximam. Monstros com diversas formas e rostos, sombras riscadas em constante movimento, como rabiscos de carvão em movimento.  Uma colossal silhueta humanóide liderava as outras menores com um enorme machado atrás da loira. O vislumbre da mulher vermelha removendo a lâmina do chão parecia trazer som ao mundo, agora enchendo-se com frases avulsas em uníssono, a formar a mais caótica orquestra.  -Calem-se, calem-se, CALEM-SE! -Bradava. Entretanto, ao fechar os olhos e tomar um longo fôlego, a amazona então salta para a luta, atravessando o comandante com a espada e, na sequência, tentando combater todos ao seu redor. Golpe a golpe ela derruba os mons...